Depois do frio, todo mundo sente vontade de sair mais de casa, aproveitar dias mais longos e quentes. Na natureza, quase tudo segue o mesmo ritmo, e os cupins não são exceção. Com a chegada da primavera, eles também se preparam para sair da colônia, e é nessa época que costumam acontecer as revoadas.
Se você suspeita de cupins por perto, este é o momento ideal para agir. Resolver o problema antes da revoada evita que os insetos se espalhem para outros cômodos, móveis e estruturas da casa ou da empresa.
O que provoca a revoada
A revoada é um fenômeno sazonal, disparado por fatores do ambiente, como chuvas e variações de temperatura e de umidade do ar. Na região Sudeste, incluindo Cosmópolis e as cidades vizinhas, ela acontece com mais frequência na primavera e no verão. É quando os cupins com asas deixam a colônia de origem para se espalhar, se reproduzir e dar início a novos ninhos.
Esses cupins alados são os conhecidos siriris ou aleluias, que costumam aparecer em grande quantidade ao redor de lâmpadas no fim da tarde e à noite, principalmente depois de uma chuva.
Onde mora o perigo
Durante a revoada, os cupins perdem as asas, caem no chão e se preparam para o acasalamento. Formado o casal, eles voltam a cavar e procurar um esconderijo para fundar a nova colônia. É exatamente nessa etapa que o risco aumenta: as novas estruturas da casa passam a ser infestadas logo depois do acasalamento desses indivíduos alados que abandonaram o ninho antigo.
Uma colônia pode sobreviver cerca de 10 anos, escondida dentro da madeira ou no solo. Durante todo esse tempo, os cupins se alimentam silenciosamente, e muitas vezes o dano só é percebido quando a peça já está comprometida.
Onde os cupins costumam aparecer
Eles podem surgir em lugares bem inesperados: molduras de quadros, portas, batentes, estruturas de telhado, árvores e móveis antigos. Armários embutidos, rodapés de madeira e caixas guardadas por muito tempo também merecem atenção.
Sinais que indicam infestação
Fique de olho em asas soltas acumuladas perto de janelas, portas e luminárias, pequenos montes de resíduos que parecem serragem ou grãos de areia próximos a móveis, madeira que soa oca quando batida, túneis de terra em paredes e rodapés e furinhos na superfície de peças de madeira. Qualquer um desses sinais justifica uma inspeção.
Cupim de madeira seca ou cupim subterrâneo?
Nas residências, dois tipos costumam causar mais problemas. O cupim de madeira seca vive dentro da própria peça que ataca, como móveis, portas e molduras, e denuncia sua presença pelos resíduos granulados que caem dos furinhos. Já o cupim subterrâneo forma colônias no solo e chega à construção por túneis de terra, podendo atingir estruturas, pisos, forros e até fiação. Os sinais e o tratamento são diferentes para cada um, por isso a identificação correta é o primeiro passo de um bom trabalho.
Só a descupinização resolve de verdade
Produtos caseiros e inseticidas comuns até matam os cupins que estão à vista, mas não alcançam a colônia escondida. A descupinização profissional identifica o tipo de cupim, localiza os focos e aplica o tratamento adequado a cada situação, protegendo a madeira e a estrutura do imóvel.
Algumas medidas ajudam na prevenção: reduzir a luz externa durante as noites de revoada, manter telas nas janelas, eliminar entulho e madeira velha do quintal, corrigir infiltrações e vazamentos e não guardar papelão e madeira encostados em paredes.
A Detecta, com 35 anos de experiência da rede, tem equipe especializada em controle de pragas urbanas e atende residências, condomínios e empresas de Cosmópolis, Artur Nogueira, Paulínia, Engenheiro Coelho e região. Previna-se antes da revoada.
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