Aquele móvel antigo herdado da família, a porta maciça da sala, o assoalho de madeira: todos podem estar na mira de um grupo de pragas pouco conhecido pelo nome, mas muito conhecido pelos estragos. São os insetos xilófagos. O termo vem do grego: “xilo” significa madeira e “fago” significa comer. Ou seja, xilófagos são os insetos que se alimentam de madeira e de outros materiais ricos em celulose, danificando as peças por dentro.
Brocas: as outras devoradoras de madeira
Os cupins são os xilófagos mais famosos, mas não estão sozinhos. Quem quer preservar móveis, objetos e estruturas de madeira também precisa ficar atento às brocas. Elas vivem em muitas áreas verdes das cidades e, a partir delas, podem chegar às casas, escritórios e depósitos, tornando-se uma ameaça também no ambiente urbano.
Como saber se há brocas no seu móvel
O principal indício é o pó que aparece no chão, logo abaixo da peça atacada. Quando ele é muito fino, quase como talco, costuma estar associado às brocas da família dos lictídeos. Quando é mais áspero, com textura granulada, o mais provável é a ação de anobiídeos, grupo do gênero Anobium. Se, além do pó, surgirem pequenos furos próximos uns dos outros na superfície da madeira, é sinal de que a infestação já está em fase avançada.
Vale inspecionar com atenção a parte de trás e a base de móveis, molduras, instrumentos musicais, caixas de madeira, rodapés e peças guardadas em locais pouco ventilados, onde o problema costuma passar despercebido por mais tempo.
O ciclo de vida do besouro
Os furinhos têm uma explicação: são os túneis de saída abertos pelo inseto adulto quando ele deixa a peça contaminada. A broca adulta é um pequeno besouro de cor marrom. Antes disso, durante a fase de larva, o inseto passa um longo período dentro da madeira, escavando galerias e se alimentando dela.
Quando o besouro emerge por esses orifícios, normalmente é para se reproduzir e depositar novos ovos, dando continuidade à “família”. Por isso, uma infestação não tratada tende a se espalhar para outras peças de madeira próximas.
Como diferenciar brocas de cupins
Uma pista útil está nos resíduos. O cupim de madeira seca deixa no chão pequenos grânulos amarronzados, que são as fezes do inseto. Quando frescos, esses grânulos têm a cor da madeira atacada e vão escurecendo com o tempo. As brocas, por outro lado, não deixam esses grânulos: o que aparece é o pó descrito acima, mais fino ou mais áspero conforme o tipo de besouro.
Essa distinção é importante porque o tratamento ideal pode variar. Identificar corretamente a praga evita gastos com soluções que não atingem o problema.
Tratamento de insetos xilófagos
A Detecta realiza o controle desses insetos com diferentes métodos, escolhidos de acordo com a peça, o grau de infestação e o ambiente. Entre eles estão a aplicação localizada de produtos e a fumigação com gases específicos, como o nitrogênio, técnica indicada para objetos de valor e peças que não podem ser expostas a tratamentos convencionais.
Para prevenir, mantenha os ambientes ventilados e secos, evite guardar madeira velha em contato com móveis novos e inspecione periodicamente as peças mais antigas da casa.
Em casas e empresas de Cosmópolis e da região, onde muitos imóveis guardam móveis de família, forros e estruturas de madeira, uma vistoria técnica ajuda a descobrir o problema cedo, antes que a peça precise ser descartada.
Fale com nossos especialistas: a Detecta, rede com 35 anos de experiência em controle de pragas urbanas, atende Cosmópolis, Artur Nogueira, Paulínia, Holambra e região e pode indicar a melhor metodologia e as condições para o seu caso. Chame no WhatsApp (19) 99631-0689 ou escreva para contato@detectacosmopolis.com.br.
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