Verões chuvosos já são uma marca de boa parte do Brasil, e o início de 2022 deixou isso bem claro, com chuvas frequentes e muitos transtornos em diversas regiões do país. Em Cosmópolis e no interior paulista, não é diferente: a temporada de calor e chuva traz de volta uma preocupação conhecida, os mosquitos.
No Sudeste, no Centro-Oeste e em parte do Norte e do Nordeste, o verão é sempre a estação mais chuvosa. Naquele ano, o cenário foi reforçado pela atuação do fenômeno La Niña e por temperaturas acima do normal no Atlântico Tropical, combinação que favoreceu ainda mais as chuvas.
Um dos problemas que mais crescem nesse período é a transmissão de doenças pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya. Com mais água acumulada em quintais, calhas e recipientes esquecidos, o mosquito encontra criadouros por toda parte.
Atenção aos sintomas
A chikungunya costuma provocar febre alta e dor e inchaço nas articulações, além de dores musculares. Esses sinais podem ser confundidos com os da covid-19 e de suas variantes, o que exige atenção redobrada. Diante de sintomas suspeitos, o caminho é procurar atendimento médico e evitar a automedicação. Mais importante ainda, porém, é prevenir.
Por que a chikungunya merece cuidado especial
O nome da doença vem de uma língua africana e faz referência à postura curvada de quem sente as fortes dores nas articulações, uma das marcas da infecção. Em muitos pacientes, essas dores não desaparecem junto com a febre e podem persistir por semanas ou meses, atrapalhando atividades simples do dia a dia, como caminhar, segurar objetos ou trabalhar. Idosos, gestantes, recém-nascidos e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos que precisam de acompanhamento mais próximo.
Como o mesmo mosquito transmite dengue, zika e chikungunya, cada criadouro eliminado ajuda a reduzir o risco das três doenças ao mesmo tempo. É uma tarefa coletiva: um único quintal com água parada pode abastecer de mosquitos toda a vizinhança.
A prevenção começa pelos criadouros
O mosquito precisa de água parada para se reproduzir: as fêmeas depositam os ovos nas paredes de recipientes, logo acima da linha d’água, e as larvas se desenvolvem quando o nível sobe. Por isso, a medida mais eficaz é não deixar a água acumular. Reserve alguns minutos por semana para uma vistoria completa da casa ou da empresa.
- Coloque areia nos pratinhos de vasos de plantas ou elimine-os.
- Mantenha caixas d’água, tonéis e cisternas sempre bem tampados.
- Limpe as calhas e verifique se a água escoa sem empoçar.
- Guarde pneus, garrafas e baldes em local coberto e com a boca para baixo.
- Troque a água de bebedouros de animais e lave os recipientes com escova.
- Mantenha piscinas tratadas e ralos externos fechados ou com tela.
Em empresas, indústrias e condomínios, a atenção deve se estender a pátios, depósitos de materiais, lajes, caixas de passagem e áreas pouco frequentadas, onde a água acumulada pode passar semanas sem ser notada.
Proteção individual
Além de eliminar os criadouros, use repelente conforme a orientação do fabricante, instale telas em portas e janelas e prefira roupas que cubram braços e pernas nos horários de maior atividade do mosquito, que costuma picar durante o dia.
Quando contar com uma empresa especializada
Já pensou em contratar profissionais para localizar e eliminar os focos de mosquitos na sua casa, comércio ou indústria? Em imóveis maiores ou com muitas áreas externas, a vistoria técnica encontra criadouros que costumam passar despercebidos e orienta as correções necessárias, complementando os cuidados do dia a dia.
A Detecta, rede com 35 anos de experiência no controle de pragas, tem orientações valiosas para esse processo. A unidade Cosmópolis atende Cosmópolis, Paulínia, Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna e região.
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