O Aedes aegypti é velho conhecido dos brasileiros, mas muita informação equivocada ainda circula sobre ele. E crença errada, nesse caso, custa caro: ela leva as pessoas a relaxar justamente nos cuidados que mais fazem diferença. Separamos algumas afirmações comuns e explicamos o que é mito e o que é fato.
“O macho e a fêmea picam e transmitem doenças.”
Mito. Quem pica é somente a fêmea, e é ela que transmite as doenças. Ela precisa do sangue de mamíferos para que seus ovos amadureçam. Os machos se alimentam de substâncias açucaradas, como néctar e seiva de plantas, e por isso não picam ninguém.
“Produtos com citronela resolvem o problema do mosquito.”
Mito. Velas, sprays e outros produtos à base de citronela podem até afastar os mosquitos por um tempo, mas o efeito é passageiro e incerto. Eles não acabam com a infestação. A forma eficaz de combater o mosquito da dengue continua sendo a eliminação dos criadouros, ou seja, de toda água parada.
“No inverno não existe risco de dengue.”
Mito. Na época fria e seca, os ovos ficam em estado de dormência, à espera de condições favoráveis. Basta um dia mais quente seguido de chuva, ou até uma rega no jardim, para que eclodam. Por isso pode haver mosquitos mesmo nessas épocas, em pontos específicos. A vistoria de quintais, terrenos baldios, pátios de empresas e outros locais precisa ser feita o ano todo, inclusive nos meses mais frios.
“Quem pega dengue pela segunda vez sempre terá a forma hemorrágica.”
Mito. O risco de dengue hemorrágica realmente aumenta a partir da segunda infecção, mas não é uma regra. A forma grave pode surgir já na primeira vez em que a pessoa contrai o vírus e também pode aparecer em qualquer episódio posterior.
“O Aedes aegypti só pica à noite.”
Mito. Diferentemente do pernilongo comum, o Aedes aegypti costuma picar durante o dia, com mais atividade no início da manhã e no fim da tarde. Por isso, a proteção com repelente e roupas adequadas também vale para o período diurno.
“O mosquito da dengue prefere água suja.”
Mito. O Aedes aegypti se reproduz principalmente em água limpa e parada, como a que se acumula em pratinhos de vasos, garrafas, pneus, calhas e caixas-d’água mal tampadas. Água aparentemente limpa, portanto, não é sinônimo de segurança.
“Eliminar criadouros é a medida mais importante.”
Verdade. Sem água parada, o mosquito não completa o ciclo de vida. Cuidar dos recipientes de casa, manter calhas desobstruídas e tampar reservatórios são atitudes simples que reduzem muito o risco para toda a vizinhança.
Prevenção o ano inteiro em Cosmópolis e região
Em residências, condomínios, empresas e áreas industriais, nem sempre é fácil localizar todos os focos. A Detecta, com 35 anos de experiência da rede, faz o diagnóstico do local e o controle de mosquitos em Cosmópolis, Paulínia, Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna e cidades vizinhas, sempre com cuidado com o meio ambiente e com a saúde das pessoas.
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