Quando chegam maio e junho, a temperatura cai e, com ela, a umidade do ar. No Sudeste, outono e inverno costumam ser estações frias e secas, e há uma explicação meteorológica para isso: o chamado núcleo anticiclone subtropical traz uma massa de ar que bloqueia a chegada da umidade e das chuvas. Quem mora em Cosmópolis e nas cidades do interior paulista conhece bem esse período de garganta seca e nariz irritado.
O ar seco atrapalha a dispersão de vírus, bactérias e poluentes, que acabam concentrados no ambiente. É aí que aparecem as conhecidas doenças respiratórias da estação, como asma alérgica, rinite, sinusite e outras alergias. A boa notícia é que existem recursos eficientes para proteger a saúde, e a sanitização de ambientes é um deles. Hoje, o procedimento é feito com produtos modernos e de forma segura para as pessoas e para o meio ambiente.
A pandemia deixou ainda mais claro o valor da sanitização em indústrias, comércios, hospitais, shoppings, escritórios e residências. Com um clima que dificulta a dispersão dos microrganismos, os ambientes fechados tendem a reter mais o coronavírus, o que aumenta o risco de transmissão.
Cuidados simples para a temporada seca
Além da sanitização, alguns hábitos ajudam a atravessar o período com menos crises: abrir janelas para renovar o ar sempre que possível, limpar com pano úmido em vez de varrer a seco, lavar com frequência cortinas, tapetes e roupas de cama, onde os ácaros se acumulam, e manter filtros de ar-condicionado limpos.
Sanitização: como funciona na prática?
O serviço pode ser feito em qualquer tipo de ambiente, mas em alguns locais ele é praticamente indispensável, como hospitais, clínicas, farmácias, restaurantes, bancos e indústrias. A Detecta usa a amônia quaternária, um composto com ação detergente e antimicrobiana e toxicidade relativamente baixa. Diversos estudos comprovam sua eficácia na descontaminação de ambientes como os hospitalares.
Depois de pulverizada, a amônia quaternária atravessa a membrana celular de bactérias e ácaros e rompe a cápsula de proteção dos vírus, destruindo esses microrganismos. Embora não faça mal às pessoas, o produto precisa de aproximadamente duas horas para agir. Por isso, o ideal é que o local permaneça vazio durante esse intervalo, algo fácil de programar para um horário sem expediente ou quando a família estiver fora.
Quanto tempo dura o efeito?
A sanitização costuma ter eficácia garantida por 72 horas, mantendo o ambiente livre de vírus, ácaros e bactérias por pelo menos três dias. Depois disso, a circulação de pessoas e objetos volta a trazer microrganismos, por isso recomendamos uma manutenção periódica, com frequência definida conforme o tipo de local.
Onde a sanitização faz mais diferença
Em casa, quartos de crianças e idosos, salas onde a família passa mais tempo e ambientes com tapetes, cortinas e estofados são os primeiros candidatos, porque concentram ácaros e partículas. Nas empresas, recepções, refeitórios, salas de reunião e áreas de atendimento ao público merecem prioridade, já que recebem muitas pessoas ao longo do dia. Em escolas, clínicas e academias, onde o contato com superfícies compartilhadas é constante, a manutenção periódica ajuda a reduzir a circulação de microrganismos justamente na época do ano em que as doenças respiratórias ficam mais frequentes.
Vale lembrar que a sanitização não substitui a limpeza diária nem o acompanhamento médico de quem tem alergias ou asma. Ela funciona como uma camada extra de proteção, que complementa os cuidados de rotina.
Quer proteger a saúde de clientes, colaboradores, amigos e familiares nesta temporada? A Detecta, rede com 35 anos de experiência, conta com equipe especializada e uma linha completa de serviços. A unidade Cosmópolis atende Cosmópolis, Paulínia, Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna e região.
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